Compor música para guitarra: conselhos básicos
Seguindo algumas dicas, é possível criar música própria e original para guitarra: - De início, é útil seguir uma forma específica, como a popular estrutura estrofe, refrão, estrofe, refrão, ponte, refrão, refrão. Também se pode optar por escalas concretas e um número reduzido de acordes (três a cinco). Isto, longe de limitar a criatividade, permite concentrar-se nos aspetos mais expressivos. - Convém igualmente começar com harmonias simples e ritmos fáceis de recordar. A guitarra clássica distingue-se pelo muito que transmite com poucos acordes. Não é preciso complicar a melodia para conseguir uma boa canção, como demonstram tantos exemplos. - Um guitarrista aprende muito sobre composição ouvindo música com um espírito atento, tentando responder a determinadas perguntas: o que é que mais se recorda desta canção e porquê?, que tipo de acordes predominam?, etc. - As canções com mais acordes maiores possuem mais vitalidade, enquanto os acordes menores conferem um carácter mais melancólico. A letra deve adequar-se às emoções que a música transmite e torna-se memorável ao conseguir a identificação por parte do público. - Alcançado o grau de mestria, um capo permite descobrir novas possibilidades. Este acessório, apto tanto para a guitarra clássica como para a elétrica, revela sons distintos: digitações mais complexas, riffs em tonalidades diferentes ou ressonâncias semelhantes às de uma bandolim, por exemplo. Seja qual for o sistema escolhido para compor, não se deve esquecer o mais importante: divertir-se e expor a própria personalidade no que se faz. Apresentar aos outros uma criação própria constitui motivo de orgulho para qualquer guitarrista. Imagem










